150300_475322452498249_33936444_n

Jam Sessions do Floripa Instrumental 2012

Um projeto de Música por Felipe Obrer

  • 31 Out 2012

    Navegação

    Agora o barco está navegando com mais consistência

    Dá pra ver >>>>> http://catarse.me/floripainstrumental <<<<<

    Estamos com 63% do valor proposto arrecadado. Para quem tinha dúvidas sobre embarcar, aí está o impulso para se fazer ao mar.

    Recebemos, depois de uma conversa em que apresentei o projeto à Marcia, estilista dona da loja ComSenso, de customização de roupas, na Lagoa, um apoio substancial de 5 mil reais, o que pôs a ComSenso como patrocinadora das jam sessions do Floripa Instrumental 2012.

    Estamos muito contentes com o apoio, já que assim ficamos a apenas 37% da meta, com 17 dias (em quinze minutos a contar do momento desta postagem, mesmo que a imagem congelada diga 18) restantes para a campanha de financiamento colaborativo. O nome do mecanismo, em inglês, é crowd funding. Crowd é gentaréu, como todo ilhéu nato ou por escolha sabe por dizer ´craude`, ou ´o pico tá craudeado` para definir um lugar cheio de gente.

    Nossa campanha no Catarse conta, até aqui, com 15 apoiadores, aos quais agradecemos imensamente. E que podem ser vistos em http://catarse.me/pt/floripainstrumental#backers

    Para que faça mais sentido ainda, seria ótimo contar com colaborações, mesmo que simbólicas, de 10 reais ou 15, do público em geral, principalmente de quem já foi às jams e sabe do que estamos falando, e aos aventureiros que querem descobertas musicais. A transação do apoio, para quem desconfia de mecanismos financeiros online, pode ser feita emitindo um boleto pagável em qualquer banco ou lotérica. É bem simples. Para os confiantes, mais fácil ainda: débito ou crédito, ou paypal.

    Se restarem dúvidas, convém consultar o link de ajuda da plataforma: http://blog.catarse.me/como-apoiar-projetos-no-catarse/

    Por último, mais uma vez o agradecimento ao músico Cássio Moura, que foi nosso ´professor Tibúrcio` no vídeo, além de oferecer (confiram a recompensa para apoios de 90 reais) como contribuição à campanha vinte vagas em duas horas de oficina sobre gravação de áudio digital, no estúdio que comanda, o Carajazz.

    Já que fugi totalmente de qualquer tom publicitário direto e aderi à prolixidade suprema, aproveito para lembrar da oficina com o Alegre Correa, de 4 horas de duração, na qual 30 vagas serão prioritárias para quem apoiar com 150 reais as jams. Está prevista a composição coletiva da música tema do Floripa Instrumental.

    Quase todas as recompensas incluem fotos, tanto online (links para arquivos em alta) quanto impressas, das edições anteriores.

    Enfim… Tiaraju Verdi, que filmou a entrevista com Cássio, e Francis Pedemonte, que editou o vídeo e teve paciência com este ser que vos escreve, merecem todo o reconhecimento pela qualidade final do trampo. Gracias!

    Ao Marcos Espíndola pela bela nota na Contracapa do Variedades, faz algumas semanas.

    E ao Antonio Carlos Floriano, produtor e idealizador do Floripa Instrumental, pela proposta e a abertura a um jeito de fazer diferente das vias usuais. Isso para as jams. Que fique claro: quem patrocina os shows principais do evento, via lei de incentivo fiscal, é a Tractebel.

    Voltando à Catarse coletiva: gracias de coração a todos os apoiadores até o momento, aos quais esperamos que se somem vários outros, que terão o nome impresso numa faixa que vai ficar no ambiente das jams, algo do tipo ´Essas pessoas ajudaram a criar esta realidade musical`.

    As pinturas lindas do Rodrigo Dias Pereira, que cedeu o uso das reproduções por pura simpatia, deram um tom bem especial ao vídeo. E ao cartaz da campanha, que fiz junto com a pessoa com a qual compartilho a vida, Joana Knobbe, cantora e multi-beleza.

    Sentir-se parte vai bastante além da questão financeira, tem a ver com adesão a uma causa: música instrumental num lugar da Ilha de Santa Catarina que se integra comunitariamente para alimentar, como a música à alma, os estômagos.

    Entrei nessa por amor à música, e estou gostando de ver.

    Abraços!

O projeto

O cotidiano é uma coisa, fruição cultural para a alma é outra. Quando um evento musical, por exemplo, consegue gerar a mágica de criar nas pessoas a vontade de uma vida mais poética, em outra polirritmia, uma fresta se abre. E uma fresta pode ir muito além de uma festa. O fim é o reinício de ciclo, sempre, ininterrupto. A luz, os corações, alçapões abertos.

Floripa Instrumental poderia ser apenas mais um nome. Supera essa condição porque já habita, vivo, muita gente. É um festival que trilhou década. Outros anos, a história do festival foi feita por nomes como Uakti, Guinga, Hermeto Pascoal. As duas últimas edições aconteceram na Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha, reduto ainda benévolo com arquitetura preservada em volta da praça e da igreja. Pelos palcos, um ao lado da pracinha, outro à beira da praia vespertina, em 2009 e 2011, passaram Naná Vasconcelos, Arismar do Espírito Santo, MusaDiversa, Quarteto Rio Vermelho, Ginga do Mané, Banda da Lapa do Ribeirão, Nailor Proveta, Yamandú Costa, Toninho Ferragutti, Bebê Kramer, Toninho Horta, Robertinho Silva, Gabriel Grossi e outros nomes seguramente familiares para os degustadores da música instrumental brasileira.

Depois dos shows, que merecem o título de espetáculos musicais, houve bem-aventuradas sessões de jazz antes e depois da meia noite, as notórias jam sessions. Em que aquela estrutura básica do jazz moderno (tema, diálogos, solos, citações, volta ao tema) passa a não acontecer necessariamente nessa ordem, com uma flexibilidade que só o contexto de uma jam pode propiciar. É diferente de um mero show. O timoneiro da brecha para a improvisação das edições anteriores foi o guitarrista Cássio Moura, acompanhado de Jorginho do Trompete e mais uma turma em revezamento ´da pesada`, como Cássio gosta de dizer.

Outra característica das jam sessions é que são realizadas no salão paroquial, espaço em que a comunidade do Ribeirão da Ilha se organiza voluntariamente para oferecer aos visitantes apreciadores de música bebidas e comidas enquanto as sessões acontecem. E não fazem lanchinhos quaisquer: oferecem peixe, camarão, ostras, preparados com a sabedoria que tem o pessoal criado à beira do mar. Isso gera renda para eles e fomenta a adesão dos moradores locais à realização do Floripa Instrumental.

É para isso esta campanha: arar a terra do canteiro lateral que assume o centro noite adentro, com périplos periféricos. Essa fração feérica do Floripa Instrumental só depende da vontade coletiva, agora. É importante ressaltar que o projeto só será bem-sucedido se atingir a meta mínima proposta.

O espaço da jam session serve, para júbilo e gozo do público que tem entrada franca, à circulação dos vários virtuoses e estudiosos desse código tão complexo que é a criação musical no tempo presente.

A banda base das jam sessions será formada por Arnou de Melo (contrabaixo), Mauro Borghezan (bateria), Edilson ´Tatu` Forte (piano/teclados), Cássio Moura (guitarra) e Jorginho do Trompete (trompetes).

Há mangueiras repletas de frutas musicais suculentas à espera da cartada coletiva que pode vir em forma de apoio. E aí? Como diz o ditado ilhéu: ´Se queres, queres. Se não queres, diz`.

Sobre o orçamento

Os valores arrecadados servirão para pagamento do cachê dos músicos da banda base das jam sessions (3 noites), dos equipamentos e serviços de sonorização (3 noites), das passagens aéreas do convidado especial Jorginho do Trompete, além dos custos de produção e divulgação da própria campanha, assim como custeio das recompensas

Links

Blog: http://floripainstrumental.wordpress.com
Site: http://floripainstrumental.com.br
Facebook: http://facebook.com/FloripaInstrumental
Twitter: @Floripa_instrum

Floripa Instrumental

Produção e realização: Antonio Carlos Floriano (Freguesia Cultural)
Assessoria de imprensa: Duda Hamilton

Campanha para as jam sessions 2012 do Floripa Instrumental:

Coordenação, texto e redes: Felipe Obrer (Obrer Consultoria)

Créditos do vídeo da campanha:

Roteiro, direção e edição: Felipe Obrer e Francis Pedemonte

Imagens: Tiaraju Verdi e Antonio Carlos Floriano

Captação de áudio: Mira Manickam

Entrevistados: Cássio Moura, Jorginho do Trompete e Arismar do Espírito Santo

Reproduções de pinturas em acrílico sobre tela gentilmente cedidas pelo artista plástico Rodrigo Dias Pereira

Fotografias cedidas por Pablo Corti, Felipe Obrer e Antonio Carlos Floriano

Trilha sonora gentilmente cedida por Cássio Moura

Músicos da trilha sonora:

Arnou de Melo (contrabaixo)
Mauro Borghezan (bateria)
Cássio Moura (guitarra)
Jorginho do Trompete (trompete)

Loading
X